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terça-feira, 3 de julho de 2012

Tomate que não apodrece ganha repercussão nacional

A repercussão sobre o tomate que nunca estraga aqui de Tubarão tomou proporções nacionais. O caso é tão singular que foi matéria nos principais veículos de comunicação estaduais e também no canal de notícias nacional Record News. Veja abaixo os links.

- RBS e outros canais do grupo (abaixo)


- Record News e Ric TV (abaixo)



Não é sem motivo que esses tomates estão sendo cotados para concorrer ao Guinness como os tomates mais duradouros do mundo. Vamos esperar para ver!

terça-feira, 29 de maio de 2012

O segredo do tomate que não estraga

Os professores do curso de Agronomia estão intrigados com a durabilidade de uma espécie de tomate encontrada em uma residência de Tubarão. Vários desses tomates foram colhidos há aproximadamente seis meses e até agora não estragaram. A dona da residência, onde o tomate foi colhido, levou uma amostra para o coordenador do curso de Agronomia para um estudo mais minucioso. O caso chamou tanto a atenção da população tubaronense, que foi destaque no jornal Diário do Sul.


sexta-feira, 30 de março de 2012

Projeto do curso é destaque do jornal Diário do Sul

As recentes pesquisas e os trabalhos realizados na fazenda do curso de Agronomia da Unisul, localizada em Braço do Norte, para potencializar a produção de maçãs em climas mais quentes foram destaque na edição de hoje (30.03) do Jornal Diário do Sul, um dos maiores jornais diários do sul do estado. A matéria esclarece qual é o objetivo dessas pesquisas, que têm apresentado um resultado muito promissor, tanto para o curso, quanto para pesquisadores e empresas parceiras que realizam projetos de melhoramento dos cultivares. Leia abaixo a matéria na íntegra.

Sexta-feira, 30/03/2012, às 06:00
Pesquisa aponta potencial para a fruticultura
BRAÇO DO NORTE – A região do Vale do Braço do Norte é conhecida pela suinocultura e também pela produção de gado leiteiro e pode, no futuro, ser também um polo de fruticultura. Isso porque pesquisas realizadas pelo curso de Agronomia da Unisul, em Braço do Norte, apontam que algumas variedades de maçã têm se adaptado bem ao clima mais quente da região.
As pesquisas são realizadas há seis anos e os resultados iniciais são promissores. A produção de maçãs é feita em cerca de um hectare na fazenda do curso de Agronomia. “Eu já trabalhava com pesquisas com plantas frutíferas na
Epagri e quando vim para a Unisul propus que realizássemos pesquisas com maçãs de clima quente para verificar qual cultivar se adaptaria melhor ao clima da região, com temperaturas mais elevadas do que as registradas na Serra, onde tradicionalmente se produz maçã em Santa Catarina”, explica o coordenador do curso, Celso Albuquerque.
Em Braço do Norte, são cultivadas as variedades Princesa, Monalisa, Eva, Condessa e Castel-Gala. Entre elas, o cultivar Eva tem mostrado melhores resultados. “As pesquisas têm apontado que esta variedade, Eva, tem se adaptado melhor à região. Ainda é preciso mais estudos para podermos indicar este cultivar para a produção em maior escala. A pesquisa segue agora para a questão da polinização. A macieira precisa de duas cultivares diferentes para produzir, ela é de polinização cruzada, então, uma precisa ser a polinizadora e ainda não definimos qual é a melhor”, relata o professor.
Uma futura produção no Vale pode ser potencialmente mais vantajosa economicamente. O custo de produção ainda não está definido, mas já há apontamentos para um valor menor do que a maçã produzida na Serra, pois nesses anos de avaliação não foram encontradas incidências de doenças, o que diminui o custo com tratamentos fitossanitários. “Mas o principal diferencial é que esta maçã chegará ao mercado em período de entressafra. A colheita dela é em dezembro, enquanto a da Serra ocorre agora, em março. Dezembro é um período em que a maçã existente no mercado é velha, está estocada em câmaras frias”, revela o professor Celso Albuquerque. Isso significa que o valor de venda também é maior. Enquanto a maçã serrana é vendida para o atacado entre R$ 0,70 e R$ 0,80 o quilo, a maçã do Vale pode ser vendida a R$ 1,40 o quilo por ser um fruto novo, em período de entressafra.
Segundo Celso, a produção e a qualidade são equivalentes ao fruto produzido na Serra. “A qualidade é comparável às outras maçãs, a vantagem é que ela entrará na entressafra. Em princípio, a produção na região seria para atender o Sul do Estado. As pesquisas apontam para uma produção na região de aproximadamente 40 toneladas por hectare, mas com o passar dos anos a tendência é ela produzir mais. A estimativa é que a produção atinja 50 toneladas por hectare”, diz Celso.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Pesquisa de intercambista do curso de Agronomia ganha destaque no portal de Notícias da Unisul


Intercambista de Agronomia apresenta pesquisa

O colombiano Jaime Sanchez apresenta conclusões de sua pesquisa sobre os poderes medicinais do maracujá
No início deste semestre, a Unisul, por intermédio do Curso de Agronomia, recebeu o acadêmico colombiano Jaime Enique Sanchez para um intercâmbio. O jovem veio concluir seus estudos em Tubarão, após estudar no Curso de Engenharia Agronômica da Universidad de los Llanos (Unillanos) na Colômbia.

Ao chegar na Agronomia da Unisul, o colombiano foi convidado pelo coordenador do curso, professor Celso Albuquerque, para desenvolver uma pesquisa a partir da fruta maracujá, tendo vista seu potencial medicinal, como anestésico, calmante, alterações nervosas. A conclusão de tal pesquisa, que potencializa novos projetos, bem como a conclusão de seu estágio, aconteceu na tarde da última segunda-feira (12/12).

Apesar da pesquisa de Jaime ter sido concluída, esta foi apenas a primeira fase de todo o processo. O início foi dado, mas o acadêmico irá continuar o estudo em outro segmento, o farmacêutico. "Agora nós estamos fazendo análises e fazendo composições para saber quais substâncias são interessantes para o desenvolvimento de medicamentos, como analgésicos", diz.

Acadêmicos da Universidad de los Llanos costumam finalizar seus estudos em outras universidades do mundo. Jaime foi o primeiro de sua instituição de ensino a vir para a Universidade do Sul de Santa Catarina. Segundo o colombiano, ele abriu os olhos de seus colegas. "Hoje eles me perguntam e se interessam pela Unisul. Acredito que a troca de experiência entre universidades é necessária para o compartilhamento de ciência e tecnologia, dessa forma conseguimos trazer um melhor desenvolvimento em pesquisas", fala.

"Os cientistas, pesquisadores e, principalmente, quem está na comunidade acadêmica, tem que perceber que as plantas tem funções que podem ser aproveitadas de maneira positiva. É necessário incentivo, tanto financeiro, quanto prático, para que alunos e professores se empenhem em descobrir novas substâncias que podem ajudar na saúde do ser humano. A Unisul está de parabéns pela iniciativa", finaliza Jaime.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Palestra sobre Transgênicos aguça curiosidade dos acadêmicos de Agronomia

Os transgênicos fazem bem ou mal para a saúde? Uma polêmica que ainda provoca os curiosos e estimula pesquisadores da área, dando vazão para que cada vez mais estudos científicos sejam realizados e o assunto se torne mais claro. Nada mais justo para esclarecer a questão do que saber da boca de alguém que realmente entenda do assunto. Por isso, os acadêmicos do curso de Agronomia da Unisul, trouxeram um dos grandes doutores brasileiros na área, Rubens Onofre Nodari, também professor de Pós Graduação da Universidade Federal de Santa Catarina, para ministrar um seminário aberto ao público, no dia 01 de dezembro. Além de definir para o público o que são os transgênicos, o professor oportunizou aos acadêmicos uma discussão de algumas questões acerca do tema. Uma grande oportunidade de aprender e evitar achismos sobre um assunto tão importante atualmente, afinal, os transgênicos estão na boca do povo, em todos os sentidos.

Veja aqui a matéria publicada pela assessoria de imprensa da Unisul, e abaixo a matéria feita pela equipe da Unisul TV.

Matéria sobre o projeto de cultivo de maçãs em Braço do Norte é destaque no jornal Notisul

O projeto do curso em parceria com outras entidades sobre o cultivo de maçãs em Braço do Norte virou pauta e destaque no jornal Notisul de 30 de novembro. Detalhes abaixo com a matéria na íntegra, ou por este link do Site do Notisul.

Maçãs são cultivadas no Vale

Uma pesquisa realizada pelo curso de agronomia da Unisul possibilita a produção da fruta em climas mais quentes.
30 de Novembro de 2011 às 23:28min
Karen Novochadlo

Braço do Norte

Quem imaginava que apenas o frio da serra possibilitasse o cultivo de saborosas maçãs terá que rever os seus conceitos. Uma pesquisa realizada pelo curso de agronomia da Unisul, com convênios da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) e Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), possibilita a cultura da maçã em Braço do Norte. 
A pesquisa ainda levará dois anos para ser concluída. Os pesquisadores começaram os trabalhos há cinco anos. Eles testaram várias mudas fornecidas pelas entidades para definir qual se adapta melhor ao clima. Chegaram as variedades Eva e Princesa. A Eva é polinizada pela Princesa e gera uma maçã semelhante à Gala. 
“Já temos produtores interessados nesta variedade. Mas ainda não encerramos os trabalhos. Precisamos avaliar os tipos de doenças e pragas que atacam a plantação e os melhores insumos agrícolas”, explica o pesquisador na área de fruticultura e coordenador do curso de agronomia, Celso Albuquerque. 
O pró-reitor de inovação da Unisul, Valter Schmitz, assustou-se com a iniciativa em um primeiro momento, mas apoiou completamente a pesquisa. Valter lembra que, além dos investimentos nas maçãs, também há projetos para cultivo de espécies de uvas europeias para vinhos e fitoterápicos. “Com estes projetos, vamos alterar a realidade da geração de emprego e renda para esta região geográfica da Amurel”, complementar Valter. 


Maçãs mais rentáveis
Apesar do clima, da altitude e da umidade do ar serem diferentes em Braço do Norte, uma equipe da Unisul cultiva maçãs no município. Uma área de quatro mil metros quadrados foi designada para o projeto.
As maçãs no município serão colhidas neste mês. Na serra, somente em fevereiro. Isto significa disponibilizar no mercado uma fruta fresquinha mais cedo que a do concorrente. E a lucratividade é maior. O preço da venda do produto na serra é de R$ 0,65 o quilo, visto que há uma maior quantidade de produto disponível no mercado. Calcula-se que em Braço do Norte o valor chegue a R$ 1,50. Isto significa mais lucratividade. 


Sul do estado destaca-se na produção de frutas
A produção de frutas no Brasil, entre 2001 e 2009, registrou um aumento de 19%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Santa Catarina destaca-se neste cenário, como um dos grandes produtores, principalmente de maçã. 
No sul do estado, os cultivos de pêssego, nectarina e ameixa aos poucos ganham espaço. Na safra 2009/2010, Pedras Grandes, Urussanga, Treze de Maio e Cocal do Sul produziram juntos aproximadamente 305 toneladas destas frutas. A próxima safra pode chegar a 400 toneladas.
O sucesso na produção deve-se a uma associação de produtores, cujo objetivo é entrar no mercado nacional. Toda a produção possui a Certificação Fitossanitária, a mesma que os municípios serranos possuem para a produção de maçã. Isto significa que o cultivo está livre da praga Cydia pomonella. 
Para receber a certificação, o trabalho desenvolvido no campo produtivo deve ser  supervisionado por profissional habilitado, no caso um engenheiro agrônomo.  Ele faz as anotações de todas as ações do produtor desenvolvidas no campo de produção, como identificação das espécies e variedades plantadas, dados de tratamentos fitossanitários, monitoramento de pragas (insetos e/ou doenças), manejo, e até dados sobre a colheita. O trabalho do profissional é fiscalizado por técnicos da Defesa Sanitária Vegetal da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc).


Palestra sobre transgênicos na Unisul
Os alimentos transgênicos voltaram à mesa de discussão depois que a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) revelou ter produzido um tipo de muda de feijão modificado geneticamente. A primeira no mundo. Hoje, um dos maiores especialistas da área no Brasil, Rubens Nodari, fará uma palestra na Unisul de Tubarão, às 14 horas, no auditório do Cettal. 
O evento é promovido pelo curso de agronomia da universidade, através da disciplina de extensão rural. E é gratuito. O especialista falará sobre os prós e contras dos alimentos transgênicos, e os impactos que trarão à sociedade. 
Rubens é formado em agronomia pela Universidade de Passo Fundo, com mestrado na mesma área pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e doutor pela University Of California at Davis. Hoje, ele é professor da Universidade Federal de Santa Catarina (Ufsc). Entre 2003 e 2008, ocupou o cargo de gerente de recursos genéticos vegetais do Ministério do Meio Ambiente.

sábado, 12 de novembro de 2011

Outdoor do curso chama a atenção dos tubaronenses

Quem tem o costume de andar pelas proximidades da Rodoviária Municipal de Tubarão, com certeza percebeu que há mais de uma semana um grande Outdoor sobre o curso de Agronomia da Unisul está exposto na rua principal de acesso ao terminal rodoviário, R. Padre Geraldo Spetmann. Outro Outdoor também está exposto em Braço do Norte.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Coluna sobre o curso no jornal Notisul

O ex-professor de Agronomia da Unisul, Marcio Fonseca de Carvalho, escreveu um artigo sobre o curso em sua coluna do jornal Notisul de Tubarão. O link você pode acompanhar clicando aqui ou na imagem.


terça-feira, 11 de outubro de 2011

Visita a alunos abre visão sobre mercado de trabalho

São poucos os alunos do terceirão que já têm definido que curso universitário desejam cursar e que rumo profissional seguir. A confusão é grande diante de tantas opções. E nada mais eficiente para que o jovem saia da escola com o mínimo de dúvidas possível do que estar a par do que cada profissão oferece.

E com o objetivo de apresentar três excelentes opções de carreira aos futuros universitários, os coordenadores de Agronomia e de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, Celso Albuquerque e Ildo Silva respectivamente, estão visitando alunos do terceirão semanalmente para explicar a importância dos cursos ofertados pela Unisul e quais suas funções no mercado de trabalho.

Segundo o professor Celso, os alunos não têm muita noção do que o mercado de Agronomia oferece ao profissional. "Geralmente eles associam a palavra agronomia com planta, mas acabam limitando a isso. Então, nessas visitas tenho falado da importância da agricultura, da necessidade de alimentos para a próxima década, das áreas de atuação da agronomia, da qualidade do curso, dos prêmios recebidos, da área da pesquisa que a profissão oferece, dentre muitas outras vantagens que é ser engenheiro agrônomo. Muitas pessoas não param para pensar, mas sem o agricultura, ninguém sobreviveria, pois de onde mais viriam os alimentos?", explica.

Quem tiver interesse em conhecer mais sobre o curso de Agronomia, pode entrar em contato com o professor Celso pelo telefone (48) 3621-3142 ou pelo e-mail celso.albuquerque@unisul.br.