terça-feira, 5 de junho de 2012

A industrialização do Arroz

A equipe do programa Espaço Rural foi até a Copagro conhecer como funciona o processo de produção do arroz. Confira!

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sexta-feira, 1 de junho de 2012

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Profissionais de Arqueologia da UFRJ fazem campanha em Laguna

Professores e pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina vieram até Laguna para estudar antigos sambaquis encontrados na região.

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quarta-feira, 30 de maio de 2012

Professores do curso de Agronomia fazem curso de cpacitação


Os professores do Curso de Agronomia da UNISUL, Maurício V. Alves, Sílvio T. Cabral,  José C. Calegaro e Gilmar P. Plá,  participaram de um curso de Capacitação em Bacias Hidrográficas ocorrido no Centro de Treinamento de Tubarão – CETUBA, entre os dias 09 e 11 de maio. O curso foi promovido pela Secretaria de Desenvolvimento Sustentável – SDS, e as aulas foram lideradas pela Prof. Drª. Beate Frank. O evento foi muito bem avaliado pelos participantes.

Os principais tópicos abordados foram: Introdução à gestão de recursos hídricos e ao papel dos comitês de bacias hidrográficas em sua implementação. Programa SC rural. Componente: 2. investimento público complementares para a competitividade rural; subcomponente: 2.1 Gestão ambiental; atividade :2.1.1.são de recursos hídricos; Linha de ação: 2.1.1.8 fortalecimento dos comitês das bacias; Código da ação:7.1.20 – planejamento e gestão de recursos hídricos: instrumentos de gestão.

Da esquerda para a direita: professores Maurício, Sílvio,  José e Gilmar.

terça-feira, 29 de maio de 2012

O segredo do tomate que não estraga

Os professores do curso de Agronomia estão intrigados com a durabilidade de uma espécie de tomate encontrada em uma residência de Tubarão. Vários desses tomates foram colhidos há aproximadamente seis meses e até agora não estragaram. A dona da residência, onde o tomate foi colhido, levou uma amostra para o coordenador do curso de Agronomia para um estudo mais minucioso. O caso chamou tanto a atenção da população tubaronense, que foi destaque no jornal Diário do Sul.


segunda-feira, 28 de maio de 2012

Colombianos fazem intercâmbio na Unisul

Entrevista com o intercambista colombiano Edwar, que veio estudar Agronomia na Unisul de Tubarão.

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sexta-feira, 30 de março de 2012

Projeto do curso é destaque do jornal Diário do Sul

As recentes pesquisas e os trabalhos realizados na fazenda do curso de Agronomia da Unisul, localizada em Braço do Norte, para potencializar a produção de maçãs em climas mais quentes foram destaque na edição de hoje (30.03) do Jornal Diário do Sul, um dos maiores jornais diários do sul do estado. A matéria esclarece qual é o objetivo dessas pesquisas, que têm apresentado um resultado muito promissor, tanto para o curso, quanto para pesquisadores e empresas parceiras que realizam projetos de melhoramento dos cultivares. Leia abaixo a matéria na íntegra.

Sexta-feira, 30/03/2012, às 06:00
Pesquisa aponta potencial para a fruticultura
BRAÇO DO NORTE – A região do Vale do Braço do Norte é conhecida pela suinocultura e também pela produção de gado leiteiro e pode, no futuro, ser também um polo de fruticultura. Isso porque pesquisas realizadas pelo curso de Agronomia da Unisul, em Braço do Norte, apontam que algumas variedades de maçã têm se adaptado bem ao clima mais quente da região.
As pesquisas são realizadas há seis anos e os resultados iniciais são promissores. A produção de maçãs é feita em cerca de um hectare na fazenda do curso de Agronomia. “Eu já trabalhava com pesquisas com plantas frutíferas na
Epagri e quando vim para a Unisul propus que realizássemos pesquisas com maçãs de clima quente para verificar qual cultivar se adaptaria melhor ao clima da região, com temperaturas mais elevadas do que as registradas na Serra, onde tradicionalmente se produz maçã em Santa Catarina”, explica o coordenador do curso, Celso Albuquerque.
Em Braço do Norte, são cultivadas as variedades Princesa, Monalisa, Eva, Condessa e Castel-Gala. Entre elas, o cultivar Eva tem mostrado melhores resultados. “As pesquisas têm apontado que esta variedade, Eva, tem se adaptado melhor à região. Ainda é preciso mais estudos para podermos indicar este cultivar para a produção em maior escala. A pesquisa segue agora para a questão da polinização. A macieira precisa de duas cultivares diferentes para produzir, ela é de polinização cruzada, então, uma precisa ser a polinizadora e ainda não definimos qual é a melhor”, relata o professor.
Uma futura produção no Vale pode ser potencialmente mais vantajosa economicamente. O custo de produção ainda não está definido, mas já há apontamentos para um valor menor do que a maçã produzida na Serra, pois nesses anos de avaliação não foram encontradas incidências de doenças, o que diminui o custo com tratamentos fitossanitários. “Mas o principal diferencial é que esta maçã chegará ao mercado em período de entressafra. A colheita dela é em dezembro, enquanto a da Serra ocorre agora, em março. Dezembro é um período em que a maçã existente no mercado é velha, está estocada em câmaras frias”, revela o professor Celso Albuquerque. Isso significa que o valor de venda também é maior. Enquanto a maçã serrana é vendida para o atacado entre R$ 0,70 e R$ 0,80 o quilo, a maçã do Vale pode ser vendida a R$ 1,40 o quilo por ser um fruto novo, em período de entressafra.
Segundo Celso, a produção e a qualidade são equivalentes ao fruto produzido na Serra. “A qualidade é comparável às outras maçãs, a vantagem é que ela entrará na entressafra. Em princípio, a produção na região seria para atender o Sul do Estado. As pesquisas apontam para uma produção na região de aproximadamente 40 toneladas por hectare, mas com o passar dos anos a tendência é ela produzir mais. A estimativa é que a produção atinja 50 toneladas por hectare”, diz Celso.